BRITO SURVIVAL
Seus guias já estão a caminho do seu e-mail Pode levar até 5 minutos. Enquanto isso, leia abaixo o que acontece, hora a hora, dentro de uma casa comum quando a luz não volta.
Guia Rápido de Sobrevivência

Se a energia da sua casa caísse agora e não voltasse por cinco dias, quanto tempo a sua família aguentaria?

Não é pergunta retórica. Faz a conta comigo.

Família brasileira sentada no sofá no escuro durante um apagão, iluminada só por uma lanterna no chão
Terça-feira, sete e quarenta da noite. A luz cai e ninguém se preocupa.

Abre a sua geladeira na sua cabeça.

Tira tudo que estraga nas primeiras 24 horas sem luz. Tira o que precisa de fogão elétrico. Tira o que depende de água encanada para preparar.

O que sobrou é o seu prazo real.

Eu já fiz essa mesma pergunta para milhares de pessoas que me acompanham. A resposta mais comum é dois dias. A segunda mais comum é três.

Dois ou três dias. E quase todo mundo que responde isso acha que está preparado, porque tem um pacote de arroz de cinco quilos no armário.

Fica comigo até o final Eu vou te mostrar por que três dias é o número mais perigoso que existe.
Não vou falar de fim do mundo

Três coisas que já aconteceram, no Brasil, com brasileiros iguais a você.

Maio de 2024 · Rio Grande do Sul

As chuvas atingiram 471 municípios

Quase 95% das cidades gaúchas. Mais de 2 milhões e 300 mil pessoas afetadas. No auge, cerca de 79 mil pessoas ficaram desabrigadas. Foram 184 mortes confirmadas.

Defesa Civil do Rio Grande do Sul e registros de imprensa
15 de agosto de 2023 · 8h31 · Brasil inteiro

Um apagão derrubou a energia em 25 estados e no Distrito Federal

Todo o Brasil menos Roraima. Trinta e um por cento da carga elétrica do país caiu em dez minutos. Pelo menos 29 milhões de pessoas ficaram no escuro ao mesmo tempo.

ONS, Operador Nacional do Sistema Elétrico
Novembro de 2008 · Vale do Itajaí, Santa Catarina

O rio subiu onze metros acima do normal

Cento e vinte e oito mortos. Cidades inteiras ficaram ilhadas, sem estrada, sem energia e sem entrega de nada.

Registros oficiais

Agora repara numa coisa que todo mundo ignora nessas notícias.

O socorro chegou. Mas não chegou no primeiro dia.

E não chegou depois porque a Defesa Civil seja incompetente. Chegou depois porque ela faz exatamente o que tem que fazer: prioriza quem está preso, quem está ferido, quem está soterrado.

Se a sua casa está de pé, se ninguém está sangrando, se vocês só estão sem luz, sem água e sem comida, você não é prioridade. E você não deveria ser mesmo.

Você é o que a gente chama de caso estável. E caso estável espera.

Quem está te falando isso

Meu nome é Brito.

Brito

Brito

Preparação · Sobrevivência · Autonomia

Eu cresci nisso. Trilha, acampamento, pescaria, caçada. Não como hobby de fim de semana, mas como o jeito que a minha família vivia. Eu montava mochila de emergência antes de saber que aquilo tinha nome.

Fui guarda-mirim. Depois servi no quartel por dois anos, passando por tropa de choque, escolta, canil e segurança presidencial.

E eu preciso ser honesto com você sobre o que isso significa e o que não significa. Não significa que eu sou herói de filme. Significa uma coisa muito mais simples e muito mais útil para você: eu fui treinado dentro de instituições que planejam o pior caso como rotina. Não por medo. Por protocolo.

Ninguém no quartel acorda achando que hoje o mundo acaba. Mas todo mundo sabe o que fazer se acabar. Essa diferença, entre viver com medo e viver com protocolo, é a coisa mais valiosa que eu aprendi na vida. E é ela que eu quero passar para a sua família.

Vista de cima de uma mochila aberta sobre a mesa com garrafa de água, lanterna, pilhas, corda e kit de primeiros socorros
Nada de tático. Equipamento comum, que qualquer casa pode ter.
220 milseguidores
2 anosde quartel
1livro publicado
O número que muda tudo

A regra das 72 horas

Existe um número que serviço de emergência do mundo inteiro usa. Estados Unidos, Japão, Europa, e a Defesa Civil aqui no Brasil.

Setenta e duas horas.

É o tempo que se considera que uma família precisa ser capaz de se sustentar sozinha antes que o socorro estruturado consiga chegar até ela. Três dias.

Agora volta lá no começo. Quanto tempo você calculou que a sua casa aguenta?

Está vendo o problema? A maioria das famílias brasileiras está exatamente em cima da linha. Não abaixo dela. Em cima.

E ficar em cima da linha significa que você depende de tudo dar certo. Depende do socorro chegar no prazo mínimo. Depende de ninguém da sua casa ter uma necessidade especial. Depende do vizinho ter o que emprestar, e o vizinho está na mesma situação que você.

Preparação não é comprar bunker. Preparação é sair de cima dessa linha.

E a boa notícia, aquela que ninguém te conta porque não dá para vender medo em cima dela, é que sair de cima dessa linha é barato e leva um fim de semana. Não é sobre gastar muito. É sobre saber a ordem certa das coisas.

Como isso acontece de verdade

As primeiras 72 horas, hora a hora

Não é a história de uma pessoa específica. É o padrão. É a mesma sequência que se repete em toda ocorrência que eu acompanhei, muda só o endereço e o nome de quem estava lá.

Presta atenção nas horas. É onde está tudo.

0hora

Terça-feira, sete e quarenta da noite

A luz cai. E ninguém se preocupa. É até engraçado. A criança acha divertido, alguém acende a lanterna do celular, alguém faz piada no grupo do prédio. A gente já passou por isso mil vezes, volta em vinte minutos.

2horas

A brincadeira já cansou

No grupo do prédio alguém manda que é geral, que a cidade toda está sem. É a primeira vez que dá um aperto pequeno no peito, e passa rápido. Todo mundo dorme achando que amanhã está resolvido.

6horas

Uma e quarenta da manhã. Ninguém dorme direito.

Sem ventilador, sem ar, ou sem aquecedor, depende de onde você mora. O celular está em 40% e não tem como carregar. O roteador não funciona, então o WhatsApp só pega no dado móvel. O que quase ninguém sabe é que a antena da operadora também roda em bateria, e ela dura poucas horas.

9horas

A água ainda sai da torneira. Só que fraca.

A caixa d'água do prédio não encheu de madrugada, porque a bomba que sobe a água é elétrica. O que está saindo agora não é o começo do fornecimento. É o fim do estoque. E ninguém no prédio percebeu isso ainda.

Torneira de cozinha pingando um filete fino de água num cômodo escuro
A bomba que enche a caixa d'água é elétrica. O que sai agora é o que sobrou.
14horas

A geladeira

Alguém abre para ver se ainda está gelado. Depois abre de novo. E cada vez que abre, acelera o que já estava acontecendo. O que estraga primeiro estraga junto: carne, leite, o que estava congelado e virou água. Uma parte grande do que a família tinha para comer some em uma tarde.

Prateleiras de geladeira sem energia, com água escorrendo e embalagens de comida descongelando
Cada vez que alguém abre para conferir, acelera o que já estava acontecendo.
20horas

O mercado está aberto, no escuro, com gerador só nos freezers

Tem fila. E tem um problema que ninguém tinha pensado: a maquininha não funciona. Cartão precisa de internet. Pix precisa de internet. O caixa eletrônico está morto. Só dinheiro em espécie.

Para aqui e responde para você mesmo: quanto você tem em dinheiro vivo dentro da sua casa agora?

Mão segurando um cartão sobre uma maquininha com a tela apagada, num mercado às escuras com fila ao fundo
Cartão precisa de internet. Pix precisa de internet. O caixa eletrônico está morto.
26horas

A criança pergunta quando a luz volta

E pela primeira vez você não tem resposta. Você percebe que está inventando uma para ela não ficar com medo, e que ela percebeu que você inventou.

30horas

O remédio

Alguém da casa toma remédio contínuo. Sobram dois dias na cartela. A farmácia está aberta, mas o sistema está fora. Sem sistema não tem receita, não tem convênio, não tem venda de tarja. E aí você começa a fazer conta com comprimido, que é uma conta que ninguém deveria precisar fazer.

40horas

O celular morre

E junto com ele morre o número de todo mundo que você conhece. Você não decora o telefone do seu irmão. Ninguém decora mais. Se vocês se separarem agora, não existe forma combinada de se encontrar.

Mão segurando um celular com a tela completamente apagada num cômodo escuro
Junto com ele morre o número de todo mundo que você conhece.
52horas

A água acabou de verdade

Não é mais fraca. Não sai. Descarga, louça, banho, escovar dente. Tudo isso vira decisão. E é aqui que a casa deixa de ser desconfortável e começa a ser insalubre.

72horas

É agora que o socorro estruturado chega no seu bairro

Setenta e duas horas. Exatamente o número da regra.

Vista de dentro de uma janela escura para a rua, onde um caminhão laranja descarrega galões de água
O socorro chega. Você assiste de dentro, ainda no escuro.
Agora repara numa coisa Não teve enchente. Não teve tiro. Não teve invasão, não teve fim do mundo, não teve nada de filme. Foi só a luz que não voltou.
No mesmo prédio, no mesmo apagão

Tinha um apartamento onde essas 72 horas foram só chatas.

Não era gente rica

Não tinha gerador, não tinha painel solar, não tinha nada do que você imagina. Tinha cinco coisas.

  1. Água guardada, separada antes, porque alguém ali sabia que a caixa d'água depende de bomba elétrica.
  2. Comida que não precisa de geladeira nem de fogão, comprada de propósito, e não a sobra do que tinha na despensa.
  3. Lanterna com pilha dentro e pilha reserva, num lugar que todo mundo da casa sabia qual era, inclusive a criança.
  4. Um papel colado atrás da porta do armário com telefone de três pessoas, o endereço onde a família se encontra se não conseguir se falar, e o nome e a dose do remédio de cada um.
  5. Duzentos reais em dinheiro vivo numa gaveta.
Vista de cima de uma mesa com garrafas de água limpa, latas de comida, lanterna com pilhas, um papel escrito à mão e notas de dinheiro
Nada caro, nada novo, nada de sobrevivencialista. Uma família comum que se organizou numa terça-feira qualquer.
Só isso. Nada ali custava caro. Nada ali exigia conhecimento militar. Nada ali levou mais que um fim de semana para ser feito, e foi feito numa terça-feira qualquer, meses antes, quando estava tudo normal e não tinha motivo nenhum aparente para fazer.

A diferença entre os dois apartamentos não foi dinheiro. Não foi sorte. Não foi coragem. Foi uma tarde de decisão tomada com antecedência.

É isso que eu escrevi no guia.

O que é

Guia Rápido de Sobrevivência

Eu quero ser bem claro sobre o que ele é, porque tem muita coisa ruim sendo vendida nesse nicho.

Ele é ilustrado, com imagem em quase todas as páginas, e foi feito para ser consultado no momento em que você precisa. No escuro, com a família nervosa, sem internet.

Eu escrevi com um teste na cabeça: uma criança de dez anos tem que conseguir abrir e entender. Porque na hora que der problema, pode ser que o adulto da casa não esteja lá. E se não estiver, alguém precisa saber o que fazer.

O que tem dentro

Água

Como transformar água suja em água que a sua família pode beber, usando o que já existe na sua casa hoje.

Os primeiros dez minutos

O que fazer nos primeiros dez minutos de um apagão, de uma enchente ou de um bloqueio de estrada. Esses dez minutos decidem os três dias seguintes.

Mochila de emergência

Como montar uma para cada pessoa da casa, incluindo criança e idoso.

Primeiros socorros

Do que realmente acontece em emergência: corte profundo, queimadura, torção, hipotermia. Não é curso de paramédico, é o que dá para fazer enquanto o socorro não chega.

Orientação e comunicação

Como se orientar e se comunicar quando o celular não funciona.

Vão junto, sem custo a mais

Saber o que fazer e conseguir começar são duas coisas diferentes.

Tem gente que lê, entende tudo, fecha o arquivo e não faz nada. Não por preguiça. Por isso eu montei três materiais que tiram você do papel.

Bônus 01

O Plano de Emergência da Sua Família

Uma folha. Você imprime, preenche à mão e cola atrás da porta do armário. Onde a família se encontra, quem busca a criança na escola, onde fica o registro e o disjuntor, que remédio cada um toma e a dose, telefone de três pessoas fora da sua cidade. Na hora do problema ninguém lembra de nada, papel na parede funciona quando a cabeça não funciona. Quinze minutos, zero real.

Bônus 02

Kit Zero: saindo de cima da linha com R$ 150

A lista exata do que comprar com os seus primeiros cento e cinquenta reais. Item por item, quantidade por quantidade, na ordem, com onde comprar mais barato. E a parte que ninguém fala: a lista do que NÃO comprar primeiro. Porque o erro mais caro nesse mundo não é comprar pouco, é comprar a coisa errada primeiro, gastar o orçamento inteiro e ficar sem o básico.

Bônus 03

Manual da Despensa: comida que dura de verdade

O que estraga rápido e o que não estraga. Como guardar cada tipo de alimento, como fazer rodízio para nada vencer, e como montar uma reserva que atravessa não três dias, mas meses. As 72 horas são o mínimo. Uma vez que você sai de cima da linha, você vai querer ir além, e esse material é onde começa.

O que você leva hoje

Tudo isso, de uma vez

Guia Rápido de Sobrevivência, completo e ilustrado
Bônus 1 · Plano de Emergência da Família
Bônus 2 · Kit Zero, os primeiros R$ 150
Bônus 3 · Manual da Despensa
Acesso imediato e para sempre
R$ 47
pagamento único · sem mensalidade · acesso na hora
Quero o guia + os 3 bônus
🛡️ Garantia incondicional de 30 dias Se você chegar no final e achar que não aprendeu nada que a sua família já não soubesse, pede o reembolso e recebe cada centavo de volta. Sem formulário, sem explicação, sem eu tentar te convencer do contrário. Os bônus ficam com você de qualquer jeito.

Eu consigo oferecer isso por um motivo simples: eu sei o que tem lá dentro.
Antes de você decidir

Para quem isso não serve

Eu prefiro te dizer agora, e perder a venda, do que você comprar errado e se decepcionar depois.

Não compra se:

  • Você está procurando conteúdo tático. Não tem arma, não tem tiro, não tem defesa pessoal. Não é o que eu ensino aqui e não é o que está lá dentro.
  • Você quer virar autossuficiente e sair da cidade. Isso é outro assunto, é caro, é longo, e eu não vou fingir que resolvo num guia.
  • Você vai comprar para se sentir preparado sem fazer nada. Isso é mais comum do que parece: a pessoa compra, sente alívio, arquiva e nunca abre. Aí ela tem exatamente a mesma quantidade de água em casa que tinha antes, que é nenhuma, só que agora com a consciência tranquila. Se for esse o caso, não compra. Sério.

Agora, se você quer sentar num sábado à tarde, preencher uma folha, fazer uma compra de cento e cinquenta reais e sair de cima da linha de uma vez, é para você que eu escrevi isso.

Dúvidas

Perguntas que eu recebo

Isso não é exagero? Coisa de paranoico?
Você tem extintor no carro e usa cinto de segurança, e ninguém nunca te chamou de paranoico por isso. Preparação familiar é a mesma categoria de coisa. É bem provável que você monte tudo e nunca precise usar. É exatamente o que eu espero que aconteça, do mesmo jeito que eu espero que você nunca precise do extintor.
Eu moro em apartamento na cidade. Isso não é para quem mora no sítio?
É o contrário do que parece. Quem mora no sítio tem poço, quintal, lenha e terra. Quem mora em apartamento depende de bomba elétrica para ter água na torneira, de elevador, e de um mercado que trabalha com giro e não com estoque. Morar na cidade não deixa você mais seguro, deixa mais dependente.
Eu já sei o básico. Vale para mim?
Faz esse teste agora, sem levantar do lugar: quantos litros de água tem na sua casa neste momento? Onde está a lanterna e ela tem pilha? Quantos dias sobram na cartela do remédio contínuo de quem toma? Se você travou em duas dessas, você tem uma noção, não o básico.
Quanto eu vou precisar gastar depois de comprar o guia?
Um dos bônus, o Kit Zero, é exatamente a lista dos primeiros cento e cinquenta reais, na ordem certa. E parte do que resolve os primeiros dias não custa nada, como preencher o plano de emergência e separar água.
O guia tem conteúdo sobre armas ou defesa pessoal?
Não. Não tem arma, não tem tiro e não tem tática. É preparação doméstica: água, alimento, energia, comunicação e primeiros socorros.
É um livro físico ou digital?
Digital. Você recebe por e-mail logo após a compra e pode ler no celular, no computador ou imprimir.
Preciso de internet para usar?
Só para baixar. Depois disso funciona offline, que é justamente o cenário para o qual ele foi feito. A recomendação é baixar no celular e imprimir o plano de emergência.
Serve para quem tem criança ou idoso em casa?
Serve, e boa parte dele foi escrita pensando nisso. O guia foi escrito para que uma criança de dez anos consiga entender, porque na hora do problema pode ser que o adulto não esteja em casa.
Como funciona a garantia?
Você tem 30 dias. Se achar que não valeu, pede o reembolso e recebe tudo de volta, sem precisar justificar. Os bônus ficam com você.
Como eu recebo?
O acesso é liberado no seu e-mail assim que o pagamento é aprovado, normalmente em poucos minutos. Cartão, Pix ou boleto.

Eu não vou inventar contagem regressiva para você. Você é adulto.

O que eu vou dizer é o seguinte.

Uma hora vai faltar luz na sua casa por mais tempo do que o normal. Isso não é previsão apocalíptica, é estatística. Já aconteceu com você em escala menor, e vai acontecer de novo.

Naquela terça-feira, sete e quarenta da noite, você vai estar num dos dois apartamentos.

E a coisa mais estranha de tudo isso é que quem decide em qual dos dois você vai estar não é você naquela noite.

Fachada de prédio à noite durante um apagão, com uma única janela acesa entre todas as escuras
A janela acesa é a decisão que já tinha sido tomada meses antes.

É você agora.

Quero o guia + os 3 bônus por R$ 47

Pagamento seguro · acesso imediato · 30 dias de garantia incondicional

Ninguém nunca se preparou e se arrependeu. O arrependimento só existe do outro lado.